sábado, 2 de agosto de 2014

Ditadura dos Ofendidos

Olá novamente.
Desta vez, queremos abordar sobre uma teoria ideológica pouco aceita. Estive lendo por toda esta manhã e tarde sobre Geografia e Filosofia, e ocorreu de me deparar com o seguinte texto, do jurista e filósofo Norberto Bobbio "nestas últimas décadas a transformação das relações entre os sexos - que talvez seja a maior revolução de nossos tempos" (O Futuro da Democracia: uma defesa das regras do jogo) E ocorreu-me uma frase da qual não me recordo o autor, sobre a Ditadura dos Ofendidos. 

A Ditadura dos Ofendidos é entendida com exemplos. As moças belas não poderão se vestir bem em favor das feias, ou os donos de carros novos não poderão sair com seus carros para não ofender ou oprimir os que tem carros antigos ou ultrapassados. Pode até parecer tolice, por isso, aí vai mais um exemplo: Não posso sair com minha mulher em favor dos que não tem esposa. Isto muda as coisas? Ainda não? Pois não poderei sair calçado, em favor daqueles que andam descalços. Isto pareceu loucura. Porém é uma realidade.

Não poderemos olhar apenas às duplas (casal só pode ser casal com macho e fêmea) ou pares de pessoas do mesmo sexo, pois assim estaremos ofendendo-os. Perceberam? Isto é uma Ditadura, estão te tirando o direito de simplesmente olhar! De ver! Estamos sendo proibidos de falar contra o homossexualismo porque isto os ofende! Isso é uma Ditadura! Prestem atenção à sua volta.

Bobbio acertou ao dizer que foi uma revolução silenciosa algumas frases antes. Quando percebemos o que estava acontecendo, já havia Parada Gay, movimentos à favor da adoção de crianças por pares homossexuais, e estávamos em Xeque.

Ditadura pode ser um termo forte. Porém nas Ditaduras, uma pequena minoria tinha seus interesses defendidos. Hoje, em pleno século XXI, em meio a República Democrática, o Ministério de Minorias trabalha mais do que os órgãos públicos de Saúde, Transporte e Educação. Não é útil brotar de qualquer lugar com dados e números sobre escolas abertas e unidades SUS. É simples perceber que o que digo é verídico. Tente embarcar num ônibus em qualquer Capital movimentada às seis da tarde. Digo isto não porque vejo a notícias e fotos na Internet, mas porque vivo esta realidade.

É tempo de observar e reagir. Estamos vivendo uma Ditadura. A todos aqueles que odeiam o que aconteceu no período de 64-84, por favor, não deixem que se repita. Aos que a defendem, pensem nos valores morais que Figueiredo tinha, ou Geisel. Aprendam, cada um com seu ponto de vista.

Matheus d'Araújo para O Examinador. 2 de Agosto de 2014

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